A Cobertura começou em 2024, quando três repórteres cansados de cobrir apenas press release decidiram abrir um site para publicar o que via de perto: a feira que fechou por obra, o grupo de vizinhos que plantou árvore na calçada, o ônibus que mudou de horário sem aviso colado no poste.

Não somos um portal nacional disfarçado de local. Nosso foco é geográfico e humano: o que muda na rotina de quem mora num raio pequeno, mas denso de histórias. Cobrimos vizinhança, cotidiano, feiras e iniciativas comunitárias — quatro categorias que parecem simples, mas engolem a maior parte do que importa no dia a dia.

Como trabalhamos

Cada matéria passa por pelo menos duas pessoas antes de ir ao ar: quem escreve e quem revisa. Quando usamos dados oficiais — horário de ônibus, nota da prefeitura —, indicamos a fonte no texto. Quando a informação vem de morador, deixamos claro. Não publicamos denúncia anônima sem checagem mínima; preferimos dizer "não confirmamos" a correr com boatos.

Corrigimos erros com transparência. Se uma data de feira estava errada ou um nome foi escrito de forma incorreta, atualizamos o texto e registramos "atualizado em" no topo da matéria. Não apagamos publicação sem explicação.

Independência

A Cobertura não vende espaço editorial disfarçado de reportagem. Lojas de bairro, associações de moradores e órgãos públicos podem ser citados nas matérias quando são parte da história — nunca como contrapartida de divulgação. Nosso financiamento vem de assinaturas simbólicas e doações pontuais de leitores; não exibimos anúncios de rede de rastreamento.

Quem escreve

Marina Costa cobre feiras e comércio de rua há mais de oito anos. Rafael Oliveira acompanha mutirões e organizações de vizinhança. Beatriz Almeida escreve sobre transporte e mobilidade local. Todos moram na região que cobrem — o que não impede crítica, mas ajuda a conhecer o terreno.

O que não somos

Não somos agregador de notícias nacionais com filtro geográfico. Não publicamos lista de "top 10 bairros para investir" nem conteúdo pensado para viralizar fora da região. Se um tema não tem impacto local verificável — ou se não conseguimos confirmar com fonte —, não entra no site por pressa de preencher espaço.

Também não somos porta-voz de associação de moradores ou de comércio local. Esses grupos aparecem nas matérias quando são protagonistas de um fato, não porque pagaram ou pediram favorecimento editorial.

Como apoiar

A Cobertura é gratuita para leitores. Quem quiser ajudar pode fazer doação pontual ou assinatura simbólica — valores pequenos que cobrem hospedagem e café da redação, não salário de executivo. Detalhes de apoio são enviados por e-mail quando solicitados.

Se quiser mandar pauta, crítica ou correção: [email protected]. Lemos tudo, mesmo quando a caixa de entrada está cheia na segunda-feira.

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